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quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Os Perigos do Rock - Texto


Como ex-músico de rock, quero recomendar a você, estimado estudante, que por nenhum motivo escute as seguintes classes de rock: Heavy Metal, Acid Rock, Rock Satânico, Punk, Dark, Porno Rock e Rock Assassino.

Se você quiser ir mais além da mente, recomendamos que comece primeiramente a escutar a Música New Age e, depois, a clássica.

Análise Médico-Musical do Rock

Para aprofundar mais objetivamente nos prejuízos do rock, faz-se necessário investigar tanto a anatomia do homem quanto do som. Como surge esta relação?
Existe um fenômeno físico, na natureza das vibrações. Estamos falando do efeito que se produz ao executar uma nota ao piano, estando por exemplo uma guitarra não muito longe. Veremos que esta última vibrará a mesma nota sem que ninguém a toque. Isso se chama VIBRAÇÃO POR SIMPATIA. Desta forma, quando nos simpatizamos com uma pessoa, é porque vibramos ou entramos conectados pela mesma nota musical.
Assim, por estes motivos é que somos influenciados pelos sons externos.
Se somente escutamos músicas que tendem ao caos, a nossa psique, pela Lei de Correspondência, leva-nos também à desorganização psicológica e, portanto, ao caos. Esse estado psicológico errôneo se manifestará através de depressões, histerias que o mesmo indivíduo não entende de onde vêm, levando-o a um comportamento descontrolado. Este estado caótico é o que está produzindo, compondo e executando a mal chamada música rock.

O Rock e as Glândulas Endócrinas

Para reafirmar o que estamos dizendo, necessitamos de bases sólidas, que encontraremos no campo da Endocrinologia. Como energia física, o som repercute na superfície total de nosso corpo, filtra-se através de nossos poros, chegando até o lugar em que se encontram as glândulas endócrinas, desequilibrando sua produção natural de hormônios.
Sob o efeito da pressão sonora, os simpatizantes do rock se excitam abusivamente, até chegar à irritação e, em alguns casos, à atrofia do organismo. Se existe mais adrenalina que o normal, observaremos uma pressão sangüínea, aumento do ritmo cardíaco, produzindo um caráter violento, como podemos ver com numerosas bandas que quebram seus instrumentos no palco.
O hormônio chamado gonadotrofina, juntamente com os hormônios sexuais, tanto masculinos quanto femininos, é o que produz reações incontroláveis do organismo. Pode-se observar que existem numerosos casos de esterilidade feminina devido à “contaminação sonora”, agravada à visita assídua às danceterias.

Anatomia da Música

A música cumpre com a Lei do Três, o famoso Triamatzikamno. Harmonia, Melodia e Ritmo. Esses são os princípios da música do Cosmo que poderia nos levar a refletir sobre o exposto por Pitágoras em sua Música das Esferas. A melodia é a parte feminina do todo musical. É a sucessão de notas musicais para formar uma peça, uma canção etc. No Heavy e no Hard utilizam-se melodias muito residuais, tratadas com distorção, cujas vibrações são muito prejudiciais para as ondas cerebrais Alfa, que são as que nos induzem ao relaxamento.

A harmonia seria o suporte masculino que faz ressaltar a parte da melodia. Porém, podemos encontrar pessoas que utilizam os pedais dos efeitos eletrônicos para mudar o timbre do instrumento, de uma maneira destrutiva, selvagem, com um alto poder dissociativo de idéias, o qual cria confusão mental. Os instrumentos eletrônicos são mal utilizados porque se toca a composição musical desde um estado caótico.

Por fim, encontramo-nos com a parte mais destacada do rock: o ritmo. O mesmo ritmo que levamos na sociedade é o que produzem os jovens conjuntos da New Wave, ou nova onda. O caos e o ritmo se entremesclam, produzindo fusões de grandes poderes hipnóticos. Isso nos recorda as músicas tribais de alguns povos da África, com grande efeito fisiológico.
A bateria converteu-se num elemento fundamental, insubstituível, mesmo que se tente trocá-lo pela “bateria eletrônica” o ritmo do rock; a maioria das vezes é um som físico de resistência, não só para os que dançam, mas também para os que o escutam.

O ritmo, junto com a melodia, trabalha nesta música no chamado Contratempo, ou seja, notas que se dão na parte débil do compasso, e que são precedidas de silêncio. Temos comprovado que isso produz uma respiração alterada, entrecortada, que será a causa de tensões musculares e o famoso estresse.
Outra parte dessa música constitui-se na Sincopa, proveniente de antigas fontes do jazz. São notas que fazem perder o centro de gravidade rítmico, criando um clima de insegurança psicológica. Recordemos a palavra síncope: o que nos lembra? Isso em extremo é o que pode chegar a produzir este ritmo de algumas pessoas sensíveis, quebrando os ritmos naturais do coração.

Não queremos criar nenhum tipo de lei, mas sim convidamos a que cada um experimente por si mesmo. Porém, todos esses argumentos nos levam a sínteses que não só podem danificar psicologicamente, senão também fisiologicamente. Os fatos são os que têm de falar e falam por si mesmos.
Texto extraído do livro “A Face Oculta do Rock” de autoria de,
Fernando Salazar Bañol

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